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Inteligência para acabar com a “democracia imperfeita”

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Mal estaríamos se, ao celebrar legitimamente os primeiros cinquenta anos da Autonomia Política conquistada pelo Povo Madeirense nas urnas de voto e trabalhada com o Estado português e a União Europeia, estivéssemos apenas numa perspectiva festiva.

Não. O principal objetivo é pensarmos e planearmos a continuidade evolutiva e progressista do aperfeiçoamento democrático assim estabelecido.

Porque esta não é ainda a Autonomia Política necessária ao Desenvolvimento Integral do Povo Madeirense.

O fantasma do “separatismo” está enterrado de vez. Só por má fé e depois da evidência da conjuntura mundial, da Cultura Política expressa pela população da Região Autónoma e dos Objectivos hoje claramente expostos sobre a mesa, é que alguém se atrevia a puxar, de novo, por semelhante espectro.

Mas a verdade é que se chegou a cinquenta anos depois e, tal como a Carta das Nações Unidas, que é também Direito português, define situação colonial aquela em........

© JM Madeira