Os riscos digitais já entraram na agenda global. Sua empresa está preparada?
Durante décadas, o mercado financeiro aprendeu a conviver com conceitos como risco de crédito, liquidez e mercado. Reguladores, investidores e conselhos de administração desenvolveram mecanismos sofisticados para medir, acompanhar e mitigar esses riscos, transformando-os em parte fundamental da gestão das instituições.
Agora, uma nova categoria começa a ocupar espaço semelhante: o risco digital.
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A mudança pode parecer sutil, mas seus efeitos são profundos. Enquanto algumas organizações ainda tratam a cibersegurança como uma responsabilidade restrita às áreas de tecnologia, o mercado financeiro global começa a enxergar o tema por outra perspectiva.
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Segurança digital passa a ser entendida como um elemento essencial para a continuidade dos negócios, a confiança dos investidores e a própria governança corporativa.
Os resultados da edição 2025 da International Asset Management Cybersecurity Benchmarking Survey ajudam a ilustrar essa transformação. A iniciativa, conduzida pelo Investment Company Institute (ICI), pela International Investment Funds Association (IIFA) e por associações vinculadas à IOSCO, foi disseminada pela ANBIMA no Brasil e reuniu 55 gestoras de 13 países.
Ao todo, foram avaliadas 161 questões relacionadas à forma como as instituições lidam com riscos digitais, proteção de informações, novas tecnologias e preparação para cenários de crise.
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O Brasil respondeu por 30 das 55 gestoras qualificadas para o levantamento, tornando-se a jurisdição com maior participação na pesquisa. Mais do que um dado estatístico, esse resultado demonstra o crescente interesse da indústria nacional em acompanhar as transformações que estão moldando a gestão de riscos em escala global.
Mas talvez o principal insight do estudo não esteja nas........
