O mercado de ativos virtuais cresceu e agora exige novos padrões de confiança
As criptomoedas são o quarto produto financeiro mais utilizado pelos brasileiros para investir. Sim, é isso mesmo: as moedas digitais estão mais presentes nas carteiras dos investidores do que ações, títulos públicos ou previdência privada.
Esses dados, presentes na edição mais recente do Raio X do Investidor Brasileiro, revelam com números uma tendência observada na prática.
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Ativos virtuais deixaram de ser um mercado periférico e se tornaram um segmento com escala e relevância. Quando isso acontece, a discussão muda de patamar. Um mercado que ganha tração também passa a exigir respostas mais sofisticadas.
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Como protegemos o investidor em um ambiente ainda marcado pela complexidade operacional? Como reduzimos vulnerabilidades em atividades críticas? Como construímos um ambiente mais transparente, responsável e confiável para um segmento que cresce exponencialmente?
É nesse contexto que a Anbima dá um novo passo na jornada de autorregulação de ativos virtuais. Lançamos as diretrizes técnicas e operacionais detalhadas para a atuação dos prestadores de serviço de custódia de ativos virtuais.
A autorregulação do segmento nasce sob um paradigma que estamos incorporando à forma de atuar da Anbima. Está cada vez mais claro que criar regras e supervisionar o mercado vai além dos predicados econômicos ou jurídicos, incorporando também os........
