Do fitness ao wellness: porque academias precisaram virar plataformas de bem-estar
Durante décadas, o modelo de negócio das academias foi relativamente simples: vender acesso a equipamentos e aulas, competir por preço, localização e escala. Quanto maior a estrutura e mais agressiva a mensalidade, maior a chance de atrair clientes. Esse modelo funcionou por um tempo, mas deixou de ser suficiente.
O mercado mudou porque o consumidor mudou. Hoje, academias não competem apenas entre si. Elas disputam atenção, tempo e orçamento com aplicativos, estúdios boutique, práticas ao ar livre, clínicas de saúde, marcas de suplementação e até experiências de autocuidado que antes não faziam parte desse ecossistema.
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