O risco de blackout da Copa na Ásia deflagra o dilema do FIFA+
Dados da Fifa indicam que a China foi responsável por 49,8% de todas as horas de visualização em plataformas digitais e redes sociais em todo o mundo durante a Copa do Mundo de 2022.
Durante o Mundial disputado no Catar, o país sozinho respondeu por 17,7% do alcance global da TV linear para o torneio, enquanto a Índia contribuiu com 2,9%.
Juntas, essas duas nações representaram 22,6% do alcance total global de streaming digital.
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A um mês do início do torneio, existe um risco real de apagão para os dois países devido à falta de acordo da entidade com as emissoras locais. Isso significa que a Copa “mais americana de todos os tempos” pode deixar de alcançar 3,3 bilhões de pessoas, ou 40% da população mundial.
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As aspas são atribuídas ao Dr. Paul Widdop, professor associado de gestão esportiva na Manchester Metropolitan University e professor visitante na University of Derby.
Ouvido pelo The Athletic no domingo, ele trouxe explicações para o imbróglio que transcendem o fator econômico: horários ruins para a Ásia, hábitos fragmentados, pirataria e emissoras mais disciplinadas após anos de inflação de direitos criam um cenário complexo.
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“A FIFA se comporta cada vez menos como um órgão regulador e mais como uma plataforma global de entretenimento, com ideias típicas do Vale do Silício sobre escala e monetização. Eu me pergunto se China e Índia estão discretamente reagindo a esse modelo de avaliação.”
A Reuters foi o primeiro veículo a a revelar o impasse, revelando os números da discórdia que remontam ao apetite financeiro da FIFA pelo seu........
