menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Flávio acertou ao decidir agir como o agregador que não caçou traidores

32 0
30.09.2026

Flávio Bolsonaro colou no Nikolas Ferreira, atraiu a Michelle Bolsonaro para sua campanha, aproximou-se do Deltan Dallagnol, não implodiu a ponte sequer com o Zema, mesmo após duras críticas do mineiro. Flávio colocou Daniella Marques como o rosto de seu projeto econômico, acenando para o mercado financeiro que teria um governo liberal e reformista como o de seu pai, com Paulo Guedes.

Whatsapp: entre no grupo e receba as colunas de Rodrigo Constantino

Em suma, Flávio foi agregador. Levou a sério o slogan de ser o Bolsonaro moderado. É o mais diplomático dos filhos, aquele que agiu como bombeiro em crises, inclusive com o STF. Sua campanha já teria até avisado aos ministros que seu governo não seria de revanchismo. É preciso garantir governabilidade e focar nas pautas prioritárias para o povo.

Com essa postura conciliadora, Flávio está colhendo os resultados. Quem ficou o tempo todo caçando “traidor” não entendeu o óbvio: eleição se ganha somando, não expurgando. Ninguém pode vencer apenas com a bolha das redes sociais, pregando para convertidos e alimentando fanatismo.

Não é santidade. É cálculo político, necessário aos vencedores. O eleitor antipetista está maior do que a seita. Flávio se deu conta de........

© Gazeta do Povo