Flávio acertou ao decidir agir como o agregador que não caçou traidores
Flávio Bolsonaro colou no Nikolas Ferreira, atraiu a Michelle Bolsonaro para sua campanha, aproximou-se do Deltan Dallagnol, não implodiu a ponte sequer com o Zema, mesmo após duras críticas do mineiro. Flávio colocou Daniella Marques como o rosto de seu projeto econômico, acenando para o mercado financeiro que teria um governo liberal e reformista como o de seu pai, com Paulo Guedes.
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Em suma, Flávio foi agregador. Levou a sério o slogan de ser o Bolsonaro moderado. É o mais diplomático dos filhos, aquele que agiu como bombeiro em crises, inclusive com o STF. Sua campanha já teria até avisado aos ministros que seu governo não seria de revanchismo. É preciso garantir governabilidade e focar nas pautas prioritárias para o povo.
Com essa postura conciliadora, Flávio está colhendo os resultados. Quem ficou o tempo todo caçando “traidor” não entendeu o óbvio: eleição se ganha somando, não expurgando. Ninguém pode vencer apenas com a bolha das redes sociais, pregando para convertidos e alimentando fanatismo.
Não é santidade. É cálculo político, necessário aos vencedores. O eleitor antipetista está maior do que a seita. Flávio se deu conta de........
