O Faraó do Supremo e as dez pragas do Brasil
Santo Agostinho ensinava: o homem bom é livre, mesmo quando escravo; e o homem mau é escravo, mesmo quando é rei. O escravo, se bom, serve a apenas um senhor; o rei, se mau, tem tantos senhores quanto forem os seus pecados.
Alexandre de Moraes, o Imperador Calvo, serve a inúmeros senhores, que são os seus próprios atos. A cada semana, surge um novo escândalo relacionado à sua pessoa. Enquanto Moraes condenava um homem a 14 anos de prisão por ter feito um pix de R$ 500 e mandava de volta à cadeia uma senhora idosa doente de câncer, surgia a notícia de que seu patrimônio aumentara 266% desde que se tornou ministro do Supremo Soviete.
Na Páscoa cristã, recordamos a primeira Páscoa (Pessach), o despertar de um povo que sai da escravidão para a liberdade. É difícil não associar Alexandre de Moraes à figura do Faraó, aquele cujo coração endurecido causou a própria ruína. O Faraó, assim como Alexandre, é um rei escravizado por si mesmo. Sua teimosia em praticar o mal deu origem a dez pragas que acometem o Brasil:
O Faraó, assim como Alexandre de Moraes, é um rei escravizado por si mesmo
O Faraó, assim como Alexandre de Moraes, é um rei escravizado por........
