Estado-Ladrão: um governo em que roubam até a farmácia
1- Parece cena de filme brasileiro bancado pela Rouanet: uma farmácia de bairro, com portas fechadas e poeira acumulada, de repente ganha vida nos registros eletrônicos do governo. Não há clientes, não há farmacêuticos, não há remédios — mas, nos computadores de Brasília, as vendas pululam como se o povo tivesse descoberto a cura para a morte.
As facções narcoterroristas, com a habitual eficiência criminosa, descobriram que ressuscitar CNPJs falecidos dá mais lucro do que abrir bocas de fumo. Compram a carcaça da farmácia para injetar nela o sangue do dinheiro público. No lugar do farmacêutico zeloso, há o contador do tráfico; em vez de aliviar a dor, financia-se o fuzil das FARC. No Brasil, recordista de mortes empresariais, o narcoterrorismo opera no ramo da necrofilia financeira.
2- Até prova em contrário, não foi o atual governo que roubou a Farmácia Popular. O problema é que, ultimamente, essa prova em contrário sempre vem. Roubaram os velhinhos do INSS, e quem está envolvido até o pescoço? O filho de Lula, o irmão de Lula e os companheiros sindicais de Lula.
Deram o golpe do Master, e quem fez um contrato milionário com o banco? O Imperador Calvo e a Imperatriz Consorte, para não falar do “amigo do amigo do meu pai”. O Estado não rouba no balcão da farmácia; ele permite que as facções o façam no varejo para que ele possa continuar, no atacado, a operar o assalto legalizado no andar de cima.
3- Os brasileiros são hoje escravizados por um........
