“O STF precisa voltar para a casinha”, diz Renan Santos
Na rodada de entrevistas com pré-candidatos à Presidência, a coluna Entrelinhas e o programa Sem Rodeios conversam com Renan Santos, empresário e ativista político. Fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan ganhou projeção nacional durante as manifestações pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e, desde então, se consolidou como um articulador político com forte presença nas redes sociais e no debate público.
Atualmente, ele é presidente do partido Missão e defende pautas ligadas à segurança pública, combate à corrupção, reformas do Estado e liberdade econômica. Conhecido pelo estilo direto e combativo, Renan promete entrar na disputa presidencial propondo uma alternativa fora do que ele chama de "polarização tradicional da política brasileira".
Entrelinhas: Quais são hoje as principais propostas e prioridades que o senhor pretende apresentar ao eleitor brasileiro?
Renan Santos: Acho que a gente tem que ter um enfoque com alguns problemas crônicos brasileiros. Você tem que resolver o que está crônico e depois resolver o que é estrutural. Hoje existem dois temas centrais: uma crise política e institucional, envolvendo o sistema de incentivo do centrão, que controla a política brasileira, e o STF, além da crise de segurança pública. Esses são problemas que precisam ser enfrentados logo no início do mandato.
Entrelinhas: O senhor citou a segurança pública como uma prioridade imediata. Na prática, como seria esse enfrentamento ao crime organizado, caso seja eleito presidente?
Renan Santos: Se eu vencer a eleição, no dia 5 de janeiro de 2027, pretendo colocar áreas hoje controladas pelo crime........
