Fugindo da ditadura, cubanos pagam coiotes para chegar a Roraima
Com a crise imigratória ainda ativa na Venezuela – são em media 300 venezuelanos entrando legal e ilegalmente no estado por dia, Roraima agora se vê destino forte de cubanos fugitivos do regime dos Castro no Caribe. Os cubanos chegam por trilhas nas florestas e trazidos por "coiotes", longe da fiscalização do Exército na Operação Acolhida, na fronteira. Esses "coiotes" cobram até US$ 1.000 por cabeça (perto de R$ 5.600) apenas para atravessá-los como guias.
Uma vez em solo brasileiro, motoristas de vans e picapes cobram para levar os grupos de cubanos de Pacaraima para a capital Boa Vista. Alguns ficam ali e conseguem emprego, ou não.........
