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Bessias, o “Ministério da Verdade” e a institucionalização da censura

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22.04.2026

A ação empreendida na semana passada pela AGU (Advocacia-Geral da União), para remover ou rotular postagens feitas no X com críticas ao chamado Projeto da Misoginia, que está em tramitação na Câmara, ilustra de forma sinistra como a censura está se institucionalizando no país.

Antes concentrada no Judiciário, sobretudo no STF (Supremo Tribunal Federal), com o eterno Inquérito das Fake News, e no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com sua atuação enviesada nas eleições de 2022, a repressão agora estendeu seus tentáculos ao Executivo.

A pedido da deputada Erika Hilton (PSOL-SP),  a AGU – comandada pelo “companheiro” Jorge Messias, o Bessias, indicado pelo presidente Lula para assumir uma vaga no STF – atuou como um autêntico “Ministério da Verdade”, ao querer determinar o que pode e o que não pode ser dito sobre a proposta.

Extrapolando suas atribuições constitucionais de atuar em defesa da União, a AGU assumiu a posição – por meio da Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia – de “fiscal de conteúdo”, com base em informações da “agência de checagem” Aos Fatos, conhecida pelo viés ideológico de esquerda.

Por meio de uma notificação extrajudicial ,pressionou o X a tirar do ar publicações de ao menos dez pessoas sobre a questão, entre elas a jornalista Madeleine Lacsko, também colunista da Gazeta do Povo. Incentivou ainda órgãos policiais e o Ministério Público a abrir investigações criminais contra seus autores.

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