Hey @Grok…
A perturbação da semana chegou pelo caminho da facilidade técnica. Usuários da rede X massificaram o comando “Hey @grok, put me in a bikini”. A inteligência artificial obedecia e recriava fotos públicas de pessoas em trajes mínimos. Grok funciona com poucas restrições e alto realismo. Converte a manipulação de imagem em ato banal, instantâneo, quase entediante. O teste técnico cedeu lugar ao uso sem consentimento. Mulheres reais viraram material de recreação digital involuntária.
Foi esse cenário que serviu de estopim para a reação política de sempre. A esquerda progressista nunca perde uma oportunidade para gritar “regulamentação!” A deputada Erika Hilton propôs a desabilitação imediata do Grok em todo o território nacional.
O argumento pode ser resumido assim: a inteligência artificial possui capacidade técnica de alterar imagens; indivíduos perversos utilizam essa funcionalidade para gerar material ilícito; logo, o Estado deve proibir a tecnologia para a totalidade dos cidadãos. Para que essa conclusão tenha validade lógica, é necessário admitir uma premissa oculta e autoritária: sempre que uma ferramenta for........





















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