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Aborto: CFM desafia Moraes a ter a hombridade Nathanson

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26.02.2026

No último sábado, 21 de fevereiro, completaram-se 15 anos da morte de Bernard N. Nathanson, considerado o rei do aborto.

Nascido em 1926, filho de um prestigioso médico especializado em ginecologia, Nathanson se autoproclamou um assassino em massa, sendo responsável por mais de 75 mil abortos.

Ainda na adolescência, convenceu sua noiva a abortar e, em seguida, a deixou. Anos depois, após ter se tornado ginecologista, realizou um abortamento em sua própria esposa, matando outro filho seu.

Um dos grandes responsáveis pela legalização do aborto nos EUA, foi um dos fundadores da NARAL (Liga Nacional de Ação pelos Direitos ao Aborto e à Saúde Reprodutiva), que, dois anos depois, em 1971, conseguiu alterar a lei de Nova Iorque, que penalizava o aborto havia mais de um século. Naquele mesmo ano, assumiu a direção do Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual de Nova Iorque, a maior clínica abortiva do Ocidente, onde se realizavam 120 abortamentos por dia. Foi responsável direto por 5 mil abortamentos e auxiliou outros 10 mil assassinatos intrauterinos.

Entretanto, a partir de 1970, Bernard Nathanson se aprofundou no estudo da fetologia, e suas convicções foram cedendo à verdade que se lhe apresentava. Com o avanço das tecnologias de imagem, especialmente a ultrassonografia, Nathanson pôde constatar o sofrimento do bebê nos procedimentos abortivos e, no início de 1979, realizou o último aborto de sua vida.

Nathanson, então, tornou-se um ferrenho defensor da........

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