Já faltou mais para atirar a matar
Para evitar uma leitura maniqueísta deste artigo, devo esclarecer previamente que sou defensor de um Estado de Direito, onde há separação de poderes e onde o monopólio do uso legítimo da violência pertence às polícias. De igual forma, sou intransigente na defesa de que o uso da força só pode ser feito de acordo com a Constituição e a lei, evitando a arbitrariedade. Neste sentido, em nome do Estado, a força só pode ser usada quando é estritamente necessária e proporcional à ameaça ou à ilegalidade cometida pelos cidadãos. A polícia que eu defendo é a que tem existido em democracia e que defende os cidadãos. Sou grato às forças de segurança pelo trabalho diário que fazem, muitas vezes sem as condições materiais e psicológicas que se exigem, muitas vezes com uma remuneração........
