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Como sair daqui

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21.04.2026

Simplificar as regras, mais mercado interno, mais comércio internacional, reduzir os custos da energia ao mesmo tempo que se descarboniza e procurar soberania tecnológica e digital. No final desta semana, os líderes nacionais da União Europeia, os Chefes de Estado e de Governo dos 27 Estados membros, vão reunir-se em Nicósia, no Chipre, para traçar o mapa da resposta europeia à pressão externa e aos constrangimentos internos. As intenções são boas, algumas medidas são, outras podem não ser. Mas o mais importante é saber, daqui a uns meses, se há resultados. E, entretanto, participar desta discussão. É isso interessa tanto a políticos como a cidadãos e a empresas.

Em Fevereiro, os mesmos líderes europeus reuniram-se num castelo nos arredores de Bruxelas para desenhar os contornos desta resposta europeia. No mês seguinte, em Março, em vez discutir a concretização do plano europeu para uma resposta económica, tiveram de se entreter a tentar descobrir como apoiar a Ucrânia com o veto de Órban e como responder a mais uma crise provocada por intervenção dos Estados Unidos. Desta vez, com um plano desenhado pela Comissão Europeia, e apesar da guerra ali ao lado, os europeus terão de ter capacidade para, vendo todos a mesma coisa, encontrar uma reposta comum. Que passa pela possibilidade de deixar a Europa ser feita em geometrias e velocidades variáveis. Precisamente porque nem todos estão de acordo em........

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