A Copa do Mundo dos drinques: quem levanta a taça?
A Copa do Mundo tem uma capacidade curiosa de transformar qualquer assunto em disputa. Durante alguns dias, todo o país vira uma seleção, toda conversa vira comparação e todo torcedor vira especialista. Então resolvi fazer uma provocação: se existisse uma Copa do Mundo dos drinques, quem seria campeão? A resposta seria tão polêmica quanto uma decisão por pênaltis.
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Bourbon: muito além do rótulo conhecido
Na coquetelaria, assim como no futebol, não basta ter tradição. É preciso ter identidade. Alguns países revelaram grandes jogadores, outros criaram verdadeiras escolas. E, no copo, existe uma diferença enorme entre uma bebida famosa e uma bebida que representa uma cultura.
A morte horrível do 'negloni'
Os Estados Unidos chegariam com uma seleção pesada. Afinal, grande parte da coquetelaria moderna nasceu e se organizou por lá. Foi no balcão americano que muitos dos clássicos que conhecemos ganharam forma: Old Fashioned, Manhattan, Whiskey Sour. Uma escola baseada em técnica, proporção e respeito pelo ingrediente. O americano tem uma característica interessante: ele transforma simplicidade em desafio. Um Old Fashioned parece........
