A Segunda Era da IA e o marketing de hiperpersonalização
Estamos entrando num momento em que o marketing se utiliza cada vez mais das ferramentas digitais para atuar de forma cada vez mais eficiente e eficaz no mercado. Os processos de segmentação estão cada vez mais apurados, como uma espécie de filtro mais fino, em que se descobre com mais assertividade as necessidades e desejos dos clientes, por mais diversificados que sejam os públicos.
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Há alguns anos as organizações entenderam a importância de segmentar para atender melhor, mas todas começaram a fazer isto, e o marketing ficou mais aguerrido. Bastava uma segmentação razoável, para se fazer as estratégias de mercado, o processo de comunicação e distribuição. Criaram-se os serviços de pós-vendas e, com a internet e a primeira geração das IAs, foram criados os chatbots para reduzir custos e o tempo de atendimento.
A primeira onda de digitalização foi um passo necessário, porém marcado por falhas graves e qualidade aquém do desejado. Diante de tantas limitações no relacionamento, tornou-se urgente transformar essa jornada para oferecer aos clientes uma experiência verdadeiramente positiva.
As organizações se iludiram com o processo inicial de digitalização, e acabaram deixando os clientes........
