A Independência e o voto
Em 7 de setembro de 1822, Dia da Independência do Brasil, às margens do Ipiranga, D. Pedro I proclama o fim da colonização portuguesa. O Grito do Ipiranga, ensinado nas escolas de todo o país: Independência ou morte! E que assim continuemos, defendendo nossa soberania e lutando contra qualquer um que tenha a intenção de interferir nos assuntos da Pátria Amada.
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Especularidades no jogo político
Teremos duas ocasiões cívicas: o Dia da Independência e, logo mais, as eleições. Uma nos trouxe liberdade e a outra nos obriga à lei. O voto obrigatório, com sanções e punições aos que não obedecem, elimina o espaço do desejo. Não se pode obrigar alguém a desejar. Ainda assim, é enorme responsabilidade exercer, por meio do voto, nosso dever e direito de apontar quem nos representará, caso seja eleito.
Na escolha do candidato – aqui, sim –, estamos no campo do desejo. É a liberdade possível, mesmo se metralhados por apelos e ofertas: comícios, entrevistas na mídia, programas de governo, muitas vezes tautológicos, características do candidato que........
