Perdemos o chefe que valia a pena admirar — e a culpa talvez seja nossa
Lembro quando conversava com meu pai, avós e tios sobre suas carreiras profissionais: sempre apareciam (ou até hoje aparecem) alguns nomes, e você vê nos olhos a admiração quando falam deles. Um chefe, um mentor, alguém que admiravam e que moldou o jeito como trabalham até hoje. Com meus irmãos, a mesma coisa. E comigo, com quase 20 anos de mercado, também: carrego ensinamentos de pessoas que admirei desde a faculdade, gente que me mostrou o profissional que eu queria ser e cujos aprendizados fazem parte dos meus valores até hoje.
Fique por dentro das notícias que importam para você!
Improdutividade: o diagnóstico que o mercado evita fazer
Mas tenho uma inquietação que não me larga: essa figura está desaparecendo ao longo da trajetória profissional das pessoas. O gestor que a equipe admirava, que as pessoas queriam seguir de verdade, parece cada vez mais raro. E, com ele, some também aquilo que sustentava a relação entre liderança e liderados: a troca real, a confiança, o ganha-ganha.
A pergunta incômoda, a que poucos empresários gostam de fazer, é:........
