O poder da pergunta: entre o porquê e o para quê
Poucos de nós param para refletir sobre o poder real de uma pergunta. Quando fazemos um questionamento, seja para o outro ou para nós mesmos, estamos orientando o nosso olhar, a nossa atenção e, muitas vezes, o nosso estado emocional.
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Em geral, focamos na resposta, como se ela fosse o elemento mais importante do processo. No entanto, a direção da resposta já está contida na pergunta. É ela que orienta o olhar, organiza o pensamento e define se seguimos em frente ou se permanecemos presos ao mesmo lugar.
Durante minha certificação internacional em Coaching, tive contato mais profundo com a Programação Neurolinguística, conhecida como PNL. Trata-se de um campo de estudo que investiga como pensamos, sentimos e agimos, e de que forma a linguagem que utilizamos, inclusive no diálogo interno, influencia nossos comportamentos, escolhas e resultados.
A PNL parte do princípio de que, ao mudarmos a forma como percebemos e nomeamos nossas experiências e desejos, ampliamos as possibilidades de promover mudanças de maneira consciente.
No dia a dia, quando algo não vai bem, é comum recorrer a perguntas como: Por que eu sou assim? Por que não........
