Opinião | O ranking das 10 maiores revelações da história da Copinha
Quem vai vencer a Copa do Mundo de 2026? Veja os palpites de Mauro Beting
Colunista do 'Estadão' projeta chaveamento do Mundial da América do Norte. Crédito: TV Estadão/Laís Nagayama
De todos os top-10 até agora, este é que que mais discordo das minhas próprias escolhas. Até pelo discutível critério que adotei: não são os melhores pelo que jogaram na Copa São Paulo; mas pelo que jogariam pela carreira.
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Adotei o critério do conjunto da obra também para “facilitar” a comparação sempre discutível. Eram outros tempos. Alguns torneios com poucos jogos. E idades distintas. Tem quem jogou até com 16 anos, e outros, com 20 - o que é diferença gigante pela pouca idade.
Discordo dos listados, e lamento a ausência de nomes que irei descrever. Já querendo mudar muita coisa.
Ou seja: pode me “cornetar” ainda mais.
Craque genial do time que mais gols marcou e que melhor jogou o torneio. A Lusa dos losangos flutuantes de Écio Pasca. Não tem como citar a história da Copinha desde 1969 sem lembrar o que brilharam Dener, Sinval, Tico e grande elenco. Não consigo não o elencar entre os melhores do torneio. Robinho (Santos-2002) é outro do mesmo tipo de jogo cativante. Mas estourou mesmo no final do ano, campeão brasileiro. Raí (Botafogo de Ribeirão Preto-1983) tirou de letra as comparações com o irmão genial Sócrates e foi multicampeão e craque-bandeira do São Paulo e PSG.
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Lucas Moura (São Paulo-2010), então chamado de Marcelinho, foi campeão, craque da edição, e fez gols em todo o mata. Outro senhor jogador. Como Casemiro (São Paulo-2010) que sempre jogou muito. Marquinhos (Corinthians-2012), nome histórico do PSG, pouco aproveitado no berço. Luizão (Guarani-1994), campeão daquela Copinha, e que em 1993........
