Opinião | O silêncio de Toffoli soa como confissão de culpa
É tanta revelação em sequência desde que o ministro do Supremo Tribunal Federal José Dias Toffoli foi parar em um jatinho rumo a Lima em companhia de advogado do liquidado Banco Master, que o silêncio do envolvido se tornou uma espécie de confissão de culpa para o perplexo público externo. São suspeitas de ser proprietário oculto de resort via uso de laranjas (confiram a reportagem do Estadão), sociedades com parentes de gente ligada ao banco, tráfico de influência e algo a mais. Tudo somado com uma tentativa desesperada, na aparência, de controlar o caso que o envolve por meio de decretação de sigilo e limites à ação da Polícia........© Estadão
