O parasitismo de Estado: uma infantilização que mata
Adam Smith, na sua "Teoria dos Sentimentos Morais", expôs a arrogância do "Homem do Sistema": o político que julga poder manipular cidadãos como peças de xadrez, ignorando que cada ser humano possui um "princípio de movimento próprio". Em Portugal, este delírio tornou-se regra. O resultado não é a existência de qualquer rede de proteção eficaz, mas sim um assalto deliberado à autonomia, capaz de transformar uma nação resiliente numa massa infantilizada e vulnerável.
A fragilidade explode em tragédia quando a catástrofe bate à porta. Nestes momentos, o que salva vidas é o "movimento próprio" de Smith: é o caso do vizinho que,........
