Braga orgulhosa de si
Quer seja uma figura, marca, objeto físico ou cântico de louvor que tenham significado convencional, cada um deles pode constituir-se num símbolo coletivo de veneração e respeito. Como, por exemplo, a Bandeira e o Hino Nacionais. Pois, para além de nos identificarem como Nação, são quem une todo o povo português.
Assim, entendo que seria de bom senso não pôr à disposição nos mastros dos edifícios públicos outro artefacto, que não seja o da bandeira portuguesa (ou da União Europeia, por sermos seu membro). O mesmo devendo acontecer com as heráldicas nas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia do nosso país. E não bandeiras ou faixas de pancada ideológica, ou de outra índole, por mais justas que sejam as causas ou as pretensões dos grupos que as divulgam.
Ora, como o Estado português foi declarado laico, foram varridos das escolas os crucifixos, como se de algo maldito e desumano se tratasse. Aí, não houve alma alguma que se opusesse a tal medida. Aliás, tal como o fez........
