Braga não pode adiar a sua política social
Há questões que não podem continuar a ser adiadas. Uma delas é a necessidade urgente de conhecermos, com rigor, quais são as necessidades das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do nosso concelho e de definirmos uma estratégia clara para apoiar quem, todos os dias, está na linha da frente da resposta às necessidades sociais da nossa população.
Desde o início do ano, nas reuniões da Câmara Municipal, foram aprovados (e bem!) diversos apoios em áreas, como o desporto e a cultura. Ninguém negará que estes são setores fundamentais para a qualidade de vida, para a identidade e para o dinamismo do nosso concelho. Mas é legítimo perguntar: e a área social? Que prioridade está a ser dada às instituições que acompanham diariamente as pessoas idosas, as crianças, as famílias mais vulneráveis e tantas outras pessoas que precisam de apoio?
Até ao momento, a presença desta dimensão social nas reuniões de Câmara parece insuficiente. Entre os processos submetidos por entidades inscritas no Registo de Entidades Candidatas a Apoios Municipais (RECAM), apenas um pedido associado a esta........
