Selecções europeias bem ao gosto de Chico Buarque
Alta política e futebol). É muito debatida a questão de se uma selecção nacional pode ultrapassar uma percentagem-limite de “estrangeiros” ou seus descendentes. Se não fosse tido este aspecto em consideração, uma selecção de certo Estado (de certo país) passa a não se distinguir de um qualquer clube de sucesso. No início deste erradíssimo movimento globalizante, até aos clubes individuais era imposto este limite; o qual acabou, com a já quase esquecida “lei Bosman”. Para quem viva o futebol “com alguma cabeça”, tinha muito mais interesse cada clube abastecer-se principalmente de praticantes da sua região; e a selecção “nacional”, por o ser, incluir exclusivamente (ou quase), apenas desportistas da Nação que fundou e ainda sustenta esse Estado. Curiosamente foi o Regime de Direita, radical (o Estado Novo português) quem nos anos 60 criou uma aparente excepção ao sistema, ao incluir Eusébio, Coluna, Vicente, Hilário, Matateu… Porém, à época, estes africanos eram nossos nacionais, pois Portugal (hoje tão submetido à “ditadura de Bruxelas”) era um florescente Império, na mesma África.
A importância crescente dos futebolistas africanos e magrebinos).........
