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Eu me confesso… sem pecados

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23.03.2026

Se considerarmos a Quaresma como o tempo pessoal e comunitário propício para a celebração do sacramento da Penitência e reconciliação podemos ter vários níveis de entendimento, de avaliação e de vivência. Atendendo ao ‘público’ – deveríamos dizer fiéis – que ainda se abeira deste sacramento corremos o risco de sermos confrontados com múltiplas reações, desde as mais simplistas até às mais complexas e confusas, sem esquecer a possibilidade de que quem se confessa (quase) não tem pecados e ainda de que quem tem pecados raramente se confessa.1. Quase numa nota prévia à abordagem deste tema nada tem em referência com as circunstâncias de ‘ouvir de confissão’ nem sequer da possível interpretação de que esta faceta do ministério sacerdotal nem sempre é bem entendida pelos penitentes nos diferentes âmbitos, posturas ou vivências. De ter ainda em conta a crescente diminuição da prática deste sacramento da Penitência, com diversas razões, explicações ou mesmo desculpas.2. Colocadas estas balizas de teor prático e quase de índole de demarcação do espaço desta........

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