O gestor de ocasião
Governa um país com impostos máximos e serviços mínimos. Recebe o maior envelope financeiro europeu de sempre e não faz uma única reforma estrutural com ele. Apresenta orçamentos sem ambição, que deixam Portugal “a meio caminho”. Gere o país “acenando e sorrindo”, sempre mais preocupado com as manchetes da manhã seguinte do que com os desafios das gerações que virão a seguir.
Pratica o pensamento mágico. Convence-se de que basta ter “energias positivas” para que os problemas se resolvam. Quando confrontado com as falhas dos serviços públicos, a resposta é sempre a mesma: propaganda. Fala muito em “estado social” nos seus discursos, mas é incapaz de o transpor da retórica para a........
