Da prevenção à ação: o papel das autarquias perante as catástrofes naturais
Ao longo do último mês, Portugal foi assolado por uma onda de tempestades devastadoras. Inesperadamente, o domínio humano sobre a natureza vacilou, gerando um sentimento de desconsolo por toda a parte.
Naturalmente, estes são sempre momentos de desânimo. Mas são também ocasiões em que a grandeza humana se revela. Sob a orientação das autoridades municipais, da Proteção Civil, das forças de segurança e do Exército, cidadãos de todo o país ofereceram voluntariamente o seu serviço aos que se encontravam em condições vulneráveis, com o auxílio de paróquias, instituições sociais e empresas. De modos diversos, muitos foram os que mostraram que, séculos após a sua fundação, Portugal continua a ser uma comunidade onde o espírito solidário e o bem-comum predominam.
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