O rigor alemão e a alma marfinense num jogo em que a história não chega para ganhar
Há jogos de fase de grupos que cheiram desde logo a oitavos de final antecipados. Este Alemanha–Costa do Marfim é um deles. Duas seleções que entram na segunda jornada com três pontos, golos, confiança e identidades muito diferentes, mas igualmente sedutoras. De um lado, a máquina alemã, quatro vezes campeã do mundo e dona de um currículo que a coloca, ao lado do Brasil, no topo da história do futebol de seleções. Do outro, uma Costa do Marfim que chega aos Estados Unidos com a aura recente de tricampeã africana, depois de conquistar a Taça das Nações em casa, em 2023, frente à Nigéria (a última edição foi ganha já este ano por Marrocos).
Há um paralelismo curioso que torna este duelo ainda mais simbólico: a Alemanha soma três títulos de campeã da Europa, a Costa do Marfim três títulos de campeã de África. É quase como se o jogo........
