Espectadores ou protagonistas de 2026?
O novo ano afigura-se complexo e desafiante. Pondo em perspectiva o que virá pela frente, há uma boa meia dúzia de questões que certamente concentrarão atenções em 2026.
A primeira é a luta pela paz, contra a guerra, o militarismo e a corrida aos armamentos.
Esta foi uma das questões marcantes do ano que agora finda e adivinha-se que será assim, de novo, em 2026. Pelos mesmos velhos motivos e por outros novos que se lhes poderão acrescentar.
Em 2026 será preciso continuar a denunciar e combater a deriva belicista e militarista da União Europeia e a tentativa de transformação da guerra em motor das economias europeias. Será preciso continuar a defender soluções de paz e de segurança coletiva para a Europa. Será preciso continuar a exigir uma política de paz e cooperação entre os povos, contrariando o investimento da UE no prolongamento da guerra na Ucrânia, travando a sua política belicista e de confrontação (inclusive militar) com a Rússia, revertendo o desvio de recursos financeiros para o aumento dos gastos militares e reclamando a sua utilização na resposta aos problemas........
