Novos recursos, re-olhar a Escola
Olhar o presente tornou-se um exercício complexo, agridoce.
Percebemos um mundo com guerras centradas em interesses de capricho, populações a viver com crescentes dificuldades, o omnipoder incontrolado das plataformas digitais… Por outro lado, acertam-se respostas às manipulações concertadas, o movimento de estudantes da Sérvia ganhou eleições à extrema-direita e renovou o panorama parlamentar. No Brasil venceu a democracia.
Na Europa, problemas prementes dos jovens como a habitação, os salários e as perspetivas bélicas ganharam peso social e estão a desencadear fortes ações de protesto.
Os movimentos tornaram-se internacionais já que muitas das lutas assentam no mesmo tipo de problemas e, na atualidade, já se percebeu que as mudanças implicam articulação.
Também em Portugal os estudantes ensaiam formas de contestação, debatem a falta de investimento na Educação e na transição energética. Lutam pela defesa do Ambiente e por Escolas de qualidade.
Devido ao crescente desinvestimento, a Educação está, novamente, confrontada com diversos e graves problemas: falta de docentes, falta de formação de professores, organização da sala de aula centrada na figura do professor, formas tradicionais e desmotivadoras de trabalhar os curricula.
É interessante verificar que, no presente, a escola se debate com muitos dos problemas a que o 25 de Abril queria e permitiu encontrar........
