Os Direitos Humanos que defendemos e os outros de que não queremos saber
A defesa dos Direitos Humanos exige coerência. Não porque os contextos internacionais sejam equivalentes, mas porque os princípios invocados não podem variar em função das afinidades políticas com os actores envolvidos. Quando isso acontece, a credibilidade do discurso político enfraquece. É neste plano que se deve analisar a posição assumida por Catarina Martins no Parlamento Europeu.
Em Janeiro de 2026 foi votada uma resolução que condenava a repressão exercida pelo regime iraniano sobre a sua própria população, denunciando detenções arbitrárias, execuções e repressão violenta de protestos civis. O texto foi........
