A digitalização no mundo
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A digitalização no mundo
A transformação digital está atualmente a desenvolver-se em todo o mundo de forma muito desigual. Consubstancia um processo de alteração da mentalidade e da cultura dos governos, das instituições, das empresas e das pessoas, para as tornar mais presentes, dinâmicas, atuantes e recetivas aos avanços tecnológicos que surgem e se desenvolvem continuamente. Nada disto, porém, pode ser considerado original. De facto, desde o aparecimento da humanidade sempre foram promovidos progressos técnicos de elevado impacto na sociedade. Sabe-se que, em termos de empresas e setor público, a transformação digital envolve a integração de tecnologias e soluções digitais em toda as áreas empresariais e departamentos do Estado, o que obriga as organizações privadas e públicas a operar mudanças vitais na forma como trabalham e como proporcionam as experiências aos consumidores e aos cidadãos. Aliás, as soluções digitais ajudam a elevar a força de trabalho e a provocar mudanças profundas nos processos empresariais, nos modelos de negócio e nos procedimentos organizativos e culturais. A transformação digital está em marcha em todo o mundo, viabilizando aos governos, às organizações e às empresas as ferramentas essenciais para competirem e ganharem sustentabilidade através do apoio e aperfeiçoamento do processo decisório baseado em dados, da melhoria da eficiência e produtividade, do aperfeiçoamento da experiência do cliente e dos cidadãos, na promoção e inovação do modelo de negócio e no suporte a uma estratégia robusta e prospetiva. Funções analíticas avançadas (Big Data Analytics, conetividade na could, soluções de IA e Machine Learning, IOT, robótica inteligente), são os “levers” tecnológicos indispensáveis para a transformação tecnológica digital governamental e empresarial que vai alastrando por todo o mundo. Por sua vez, a competitividade digital entre as nações nesta tecnologia determinará se os países prosperam ou não, mas também o seu comportamento ao navegar em tempos difíceis e de incerteza. Aplicadas com produtividade, as tecnologias digitais viabilizam maneiras bastante mais eficientes de organizar os sistemas empresariais, das organizações e dos governos. Neste contexto, a rivalidade das nações, na utilização de ferramentas mais sofisticadas, determinará a evolução e o desenvolvimento económico-social do mundo. Múltiplas entidades analisam as mudanças que ocorrem na competitividade digital dos países, destacando, neste campo, os desenvolvimentos e iniciativas encetadas para superar a exclusão digital, promover a inclusão digital e fortalecer o desenvolvimento de habilidades digitais dos cidadãos, empresas e governos. Na Europa e no mundo, os relatórios apresentados evidenciam uma velocidade desigual de transformação digital. Nota-se igualmente uma profunda escassez de talentos em conhecimentos digitais e visão de futuro, agregado de fatores que integra o conceito de competitividade digital que está associado à aptidão para a adoção e exploração de tecnologias digitais por cada país, autonomamente considerado. O objetivo final é que as ferramentas tecnológicas determinem a transformação das práticas empresariais, dos modelos de negócio e na sociedade em geral, e desempenhem o papel de alavanca da inovação, do empreendedorismo e a promoção do bem-estar social das pessoas. Neste quadro, o programa Europa Digital foi projetado para acelerar a integração das tecnologias digitais nas empresas, nos serviços públicos e na vida corrente dos cidadãos. No Ranking Mundial da competitividade digital 2025, do Institute for Management Development, Portugal ocupa o 33º lugar em 69 economias avaliadas, o que demonstra que Portugal está inserido num grupo intermédio de maturidade digital, defrontando, por isso, desafios estruturais evidentes. A Suíça (1º), os EUA (2º) e Singapura (3º) são os países mais avançados digitalmente, por possuírem infraestruturas de classe mundial e reserva de talentos humanos para operar, o que não acontece em Portugal e em praticamente todos os países do Sul Global.
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