“Tomar posição!”
A escrita é de supetão, como acontece em muitos momentos de premência e urgência. E é, precisamente, sobre “tomar posição” que este texto versa e se desenvolve.
No momento actual, vive-se um contexto onde a acomodação e a neutralidade se afiguram, deturpadamente, prioritárias na gestão de processos, diferenças e conflitos, na tomada de decisão, na afirmação de um poder ou de uma ideia/opção, onde a submissão – por omissão, rendição ou subtracção – se apresenta preferível ao confronto da diferença e da sinceridade da mesma, onde a ponderação do que é conveniente se mostra mais desejada do que a valo- rização da convicção e da ética. Ou seja, onde a circunstância do momento, o contexto de interesses e a defesa do nosso “pequeno” poder e bem-estar material se afirmam sobrepostos à visibiliza- ção de princípios e valores, ideias e ideais, intenções e objectivos reais e efectivos, inerentes à verdade e à convicção.
Olhamos para o país e para o........
