Quem vai cuidar do que você construiu se faltar amanhã?
Na atividade rural, o patrimônio raramente está organizado de forma simples. Há imóveis registrados em CPFs diferentes, contratos de gaveta, arrendamentos, acordos conhecidos apenas pelo patriarca, máquinas pertencentes a uma pessoa e utilizadas por outra, financiamentos, garantias, contratos de integração e operações que dependem diariamente da atuação de uma única pessoa.
Chega uma hora em que a preocupação deixa de ser apenas produzir mais, expandir a propriedade ou melhorar o resultado da operação. Surge uma pergunta mais difícil: se eu faltar amanhã, como ficam os negócios e a minha família? Quem assumirá a gestão? Como ficará o cônjuge ou companheiro que construiu esse patrimônio ao seu lado? E os filhos menores, os filhos de outros relacionamentos ou aquele herdeiro que nunca participou da atividade?
Planejar a sucessão em vida não significa entregar antecipadamente tudo o que foi construído, pelo contrário, quando........
