menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

O Império do Caos, Pilhagem e Ataques em pânico, temendo ser expulso da Eurásia

15 27
22.01.2026

O planeta inteiro, de uma forma ou de outra, vê-se convulsionado pela última falcatrua do neo-Calígula: por não ter ganho da Noruega seu Nobel da “paz”, parte de sua vingança megalomaníaco-narcisista é abocanhar a Groenlândia da Dinamarca (na língua do Império, quem se importa? Esses escandinavos são todos a mesma coisa).   

 Nas palavras do próprio neo-Calígula: “O Mundo não estará seguro se não tivermos Controle Total e Completo sobre a Groenlândia”.  

 Isso sela o fato de que o Império do Caos se metamorfoseou no Império da Pilhagem e dos Ataques Permanentes.  

 Euro-chihuahuas de várias procedências ousaram despachar um grupelho de condutores de trenós puxados por cachorros para defender a Groenlândia do neo-Calígula.  Não adiantou nada. Instantaneamente, eles foram golpeados com tarifas. O ataque continua em vigor até “a compra da Groenlândia em sua totalidade”.  

 Os Euro-chihuahuas – a exemplo do Sul Global – talvez tenham por fim acordado para o novo paradigma: a Geopolítica do Ataque.  

 O Neo-Caligula não conseguiu mudança de regime em Caracas – e sua miragem petroleira foi refutada até mesmo pelas grandes empresas de energia dos Estados Unidos. Ele não conseguiu mudança de regime em Teerã – mesmo que a CIA, o Mossad e uma variedade de ONGs tenham trabalhado em tempo integral para entregar a encomenda.  

 O Plano C, portanto, é a Groenlândia, essencial para os propósitos imperiais de  lebensraum, ser usada como garantia para a dívida impagável – e sempre crescente – de 38 trilhões de dólares.   

 O que, de modo algum, significa desistir da obsessão com o Irã. O porta-aviões USS Abraham Lincoln está se posicionando no Mar de Omã/Golfo Pérsico, de onde poderia atacar o Irã antes do final da semana. Todos os cenários de ataque continuam em vigor.  

 Supondo-se que as portas do inferno se abram, esse pode vir a se tornar um replay ainda mais humilhante da guerra de doze dias de junho do ano passado, que o culto da morte do Oeste Asiático passou quatorze meses planejando.........

© Brasil 247