Valorizar a Educação é a síntese da defesa de Democracia e Soberania
Existem momentos da história em que a lógica de fundo da política aparece de forma escancarada. São as ocasiões em que se explicita a essência daquilo que distingue projetos políticos e visões de sociedade. A distância entre o terceiro governo do presidente Lula e a gestão do governador Tarcísio de Freitas cumpre exatamente esse papel. Em todas as áreas. Mas em nenhuma de forma tão clara quanto na Educação.
De um lado, está Lula, um líder político que, desde a Assembleia Constituinte de 1988, construiu sua trajetória pública associada à defesa da educação, da cidadania e da justiça social. Do outro, um governador bolsonarista que procura se apresentar como técnico e pragmático, mas cujas ações revelam uma concepção privatista e antipopular da gestão pública.
Em seu terceiro mandato, Lula criou dez novos campi de universidades federais e 100 novos campi de Institutos Federais, retomando a política de expansão da educação superior pública que marcou seus governos anteriores. Por meio do Novo PAC, também investiu em infraestrutura e equipamentos que fortalecem universidades, hospitais universitários, museus, bibliotecas e projetos de extensão.
Os programas de fomento à pesquisa científica, profundamente enfraquecidos desde o golpe de 2016, voltaram a receber investimentos. As bolsas da CAPES e do CNPq, congeladas por quase uma década, foram reajustadas entre 25% e 40%, enquanto o Fundo Nacional de........
