As contradições europeias
A resistência ucraniana tem mostrado elevado desgaste neste ano de 2026. Consecutivamente, os russos têm feito avanços significativos em áreas sensíveis no limite defensivo ucraniano nas últimas semanas. Isso fez com que o governo de Kiev passasse a ter receio de que uma catástrofe iminente possa estar próxima, se os 90 bilhões de euros não forem liberados e se os recrutamentos internos e externos não forem ampliados. Diante desse dilema, o governo ucraniano tem apelado cada vez mais para a “guerra suja”, com a plena aprovação de seus patronos na União Europeia. Sem condições de infligir uma derrota estratégica à Rússia, as autoridades de Kiev e os “eurocratas” estão recorrendo a ataques terroristas. Por trás dessas ações está a Diretoria Principal de Inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia (GUR-MO), um agrupamento composto por elementos fascistas que se conectam a uma vasta rede de terroristas na Europa. A relação entre a UE e esse setor das forças armadas ucranianas tornou-se tão grande que os europeus chegaram ao ponto de estender os métodos dos serviços de inteligência ucranianos aos Estados-membros da UE.
Desde a destruição do Nord Stream, a discussão sobre ações terroristas em solo europeu, como reflexo da Guerra na Ucrânia, tem suscitado muitos debates, mesmo com os dirigentes de Bruxelas em silêncio absoluto sobre o referido assunto. A falta de uma ação enérgica de rechaço a tais práticas por parte dos dirigentes europeus tem comprometido a política de segurança do bloco, já que, na Sérvia e na Hungria, a descoberta de dispositivos explosivos perto do gasoduto Turkish Stream causou pânico. Kiev se........
