Até ao lavar dos cestos
A muito custo, lá foi cumprida a obrigação semanal do Benfica. Vencer e esperar para ver era um objetivo que parecia acessível, mas que acabaria bem complicado de cumprir. O onze titular trouxe a novidade de Sidny na lateral direita, em função do impedimento físico de Dedic e Banjaqui. A reentrada de Tomás Araújo já era esperada e a escolha de Rafa foi só uma meia surpresa.
A primeira parte seria mais dividida do que se antevia, com o Alverca a ameaçar, conseguindo empatar o jogo e abalar as expectativas benfiquistas quase até final. Schjelderup foi uma das principais unidades do Benfica, pelo muito que criou e pelo golo alcançado que parecia confirmar o favoritismo da equipa. No entanto, o Alverca não esteve de acordo e teve no veloz Chiquinho o grande representante das suas ambições. O ala do Alverca viria a ser um sobressalto frequente para o adaptado Sidny, seu adversário direto.
Na segunda parte, o Benfica partiu com quase tudo à procura do golo. O desejado tudo só chegaria, no entanto, com a entrada de Anísio, que repetiu a proeza à qual só o seu parceiro de escola, Banjaqui, faltou. Antes da entrada do jovem atacante, muito se rematou e falhou. O jovem mágico do Benfica foi herói e, imagino eu, novo recordista mundial. Marcar em dois jogos sem tocar antes na bola só pode ser inédito.
Entretanto, depois de muito tempo sem jogar, Rafa deixa excelente........
