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Trump e a FIFA: quando a política joga futebol

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ODireito ao Golo vai para a Seleção Espanhola, vencedora do Mundial. Jogou um futebol bonito, venceu e convenceu. O Mundial na América foi um sucesso: estádios cheios, adeptos contentes, um espetáculo fantástico. Foi mesmo a grande festa do futebol. A FIFA venceu a aposta de ter 48 seleções no Mundial. Não gostei de todas as inovações: o jogo devia ter duas partes e não quatro, não se pode ceder aos interesses comerciais em tudo! Mas no geral foi uma festa enorme.

Como em Mundiais anteriores a política esteve presente. Trump vangloriou-se de conseguir, com um telefonema ao presidente da FIFA, que esta suspendesse parcialmente a sanção aplicada a Folarin Balogun, jogador da seleção dos EUA. Na minha perspetiva, Trump não devia ter intervindo. Mas Gianni Infantino também não devia ter acedido. Certo que não deve ser fácil dizer não ao Presidente dos EUA, ainda........

© A Bola