Addio Peppino di Capri, a imortal alma meridional italiana
Addio Peppino di Capri, a imortal alma meridional italiana
Apesar de conhecido pelo sobrenome polonês-judaico, Maierovitch, tenho a alma italiana.
Melhor, possuo a alma meridional que me foi transmitida, junto com a cidadania peninsular, pelos meus avós e a minha saudosa mãe Lydia, todos de 'cognome' (sobrenome) Fanganiello.
Morávamos no italianíssimo bairro operário da Barra Funda. O "rione" (bairro) referido na obra literária do escritor e jornalista Antônio de Alcântara Machado, morto em 1935. A obra intitula-se Brás, Bexiga e Barra Funda.
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Os três italianíssimos e principais bairros da italianidade. De uma São Paulo que é a maior cidade italiana fora da Itália.
A diáspora napolitana predominava na Barra Funda e as festas, com música e comidas típicas, eram alegríssimas.
Nos anos 60, um ítalo-argentino, Nicola Paone, chegava para cantar as "canzoni napolitane". Chorava-se de alegria.
Certa vez, armou-se um ringue de........
