Dois golaços de Vinicius Junior
Cronista esportivo, participou como jogador das Copas de 1966 e 1970. É formado em medicina
Recurso exclusivo para assinantes
Dois golaços de Vinicius Junior
Atacante balançou a rede com ótima finalização e não se intimidou com racismo
Mesmo sem a confissão, são muitas as evidências das palavras ditas pelo jogador do Benfica
dê um conteúdo benefício do assinante Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler. benefício do assinante Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha. Já é assinante? Faça seu login ASSINE A FOLHA
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Salvar para ler depois Salvar artigos Recurso exclusivo para assinantes assine ou faça login
Recurso exclusivo para assinantes
Assim como Garrincha, Maradona, Ronaldinho Gaúcho e outros grandes craques e artistas da bola, Vinicius Junior une a arte, a técnica, a ousadia e a objetividade. Mais que isso, fez dois golaços na mesma partida, um com maravilhosa finalização e outro ao não se intimidar, denunciando as ofensas racistas.
Mesmo sem a confissão, são muitas as evidências das palavras ditas pelo jogador do Benfica. Vinicius, continue com coragem para denunciar. Não deixe também de comemorar com alegria e danças os seus belos gols. Fazem parte do espetáculo e não são ofensivas.
Na vitória do Real Madrid, além de Vinicius Junior, Courtois, como sempre, foi bem, com duas defesas espetaculares. Há tempos, ele é um dos jogadores mais decisivos do Real e deveria ser tão elogiado quanto os grandes atacantes da equipe.
Philippe Coutinho, triste e chateado com vaias e xingamentos de vários torcedores, despediu-se do Vasco, clube que adora e onde se formou. Ele sempre foi um ótimo profissional e se tornou na Europa um grande jogador da seleção brasileira e do futebol mundial.
A agressividade dos torcedores com os treinadores e jogadores está cada vez mais extremada e violenta nas derrotas. É um reflexo da sociedade, radicalizada e agressiva. O ser humano não piorou. Apenas possui hoje mais espaço para expressar sua hostilidade, sua carência afetiva e sua desumanidade.
A Copa do Mundo está próxima. Pretendo, quando tiver espaço na coluna, relatar e analisar curiosidades, fatos e detalhes técnicos e táticos da história dos Mundiais e do futebol. Começo pelas origens.
Dizem que o futebol começou na China, há uns 2.000 anos. Na Idade Média, foi levado para a Europa, principalmente para a Inglaterra. Em 1863, foi fundada a Football Association, a primeira entidade a organizar o esporte. Foram estabelecidas as 17 regras e os 11 jogadores. Alguns falam que tudo foi resolvido em um pub, com muita cerveja.
Segundo versões oficiais, o futebol chegou ao Brasil em 1894, trazido por Charles Miller, filho de um inglês com uma brasileira. Alguns falam que a história foi diferente. Contam que o descobrimento do Brasil não foi por acaso. Cabral estava doido para jogar uma partida e já sabia que os índios eram bons de bola. O futebol teria chegado ao Brasil muito tempo antes, trazido pelos fenícios, que estiveram em todas as partes do mundo.
Em 22 de abril de 1500, logo que as 13 embarcações avistaram a terra, Cabral gritou: "Futebol à vista!". Fizeram uma partida, e os índios venceram por 10 a 1. Deixaram os colonizadores marcarem um gol em troca de brincos e outros adornos. Os índios jogavam nus, e daí nasceu a pelada.
Ícone Facebook Facebook
Ícone Whatsapp Whatsapp
Ícone de messenger Messenger
Ícone Linkedin Linkedin
Ícone de envelope E-mail
Ícone de linkCadeado representando um link Copiar link Ícone fechar
No início, o futebol no Brasil era apenas para brancos e ricos. Como ninguém ia ao campo, voltaram atrás. Na década de 1920, o Vasco botou negros em campo. A miscigenação foi um dos motivos da arte do futebol brasileiro.
Em 1933, começou a profissionalização do futebol no Brasil. Desde menino escuto que o Brasil é o país do futuro e que o futebol é desorganizado. O futuro nunca chega, e o futebol, apesar de ter evoluído, continua com alguns graves problemas, como incompetência e corrupção.
LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.
dê um conteúdo benefício do assinante Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler. benefício do assinante Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha. Já é assinante? Faça seu login ASSINE A FOLHA
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Salvar para ler depois Salvar artigos Recurso exclusivo para assinantes assine ou faça login
Recurso exclusivo para assinantes
Leia tudo sobre o tema e siga:
sua assinatura pode valer ainda mais
Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha? Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas (conheça aqui). Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia. A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!
sua assinatura vale muito
Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?
Leia outros artigos desta coluna
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/tostao/2026/02/dois-golacos-de-vinicius-junior.shtml
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.
notícias da folha no seu email
notícias da folha no seu email
Na página Colunas da Folha você encontra opinião e crônicas de colunistas como Mônica Bergamo, Elio Gaspari, Djamila Ribeiro, Tati Bernardi, Dora Kramer, Ruy Castro, Muniz Sodré, Txai Suruí, José Simão, Thiago Amparo, Antonio Prata e muito mais.
A ambição está presente nos vencedores
A ambição está presente nos vencedores
A arte, a técnica e a objetividade no futebol
A arte, a técnica e a objetividade no futebol
De olho na Copa do Mundo
De olho na Copa do Mundo
