Governo aposta na vinda de estrangeiras, mas setor aéreo vê outros desafios
Governo aposta na vinda de estrangeiras, mas setor aéreo vê outros desafios
A possibilidade de companhias aéreas estrangeiras realizarem voos domésticos no Brasil voltou ao centro das discussões do setor com duas propostas em andamento. Uma delas prevê a liberação da cabotagem, ou seja, voos de estrangeiras dentro do Brasil, em cidades da Amazônia Legal. A outra, defendida pelo governo federal, busca ampliar a integração aérea sul-americana, permitindo que empresas da região comercializem passagens em determinados trechos domésticos brasileiros.
As medidas têm como objetivo aumentar a conectividade e estimular a concorrência. Executivos do setor reunidos na Assembleia Geral Anual da Iata (Associação Internacional do Transporte Aéreo, na sigla em inglês), porém, avaliam que a abertura pode trazer benefícios, mas divergem sobre sua capacidade de resolver os principais entraves da aviação brasileira.
O que está em discussão
O projeto aprovado pela Câmara dos Deputados autoriza companhias estrangeiras a operarem voos domésticos dentro da Amazônia Legal. A proposta busca ampliar a oferta de transporte aéreo em localidades onde a malha ainda é limitada e depende de análise do Senado.
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