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Estreia de Fonseca em Miami é mais perigosa do que parece no papel

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19.03.2026

Estreia de Fonseca em Miami é mais perigosa do que parece no papel

É tentador olhar para a chave do Masters 1000 de Miami e começar a imaginar um duelo ardente entre João Fonseca e Carlos Alcaraz. O número 1 do mundo, que estreia já na segunda fase, aguarda o jogo entre o brasileiro e o húngaro Fabian Marozsan, número 46 do mundo, marcado para esta quinta-feira, não antes das 14h (de Brasília), na quadra principal do Hard Rock Stadium, em Miami.

O brasileiro é favorito. Vem de atuações belíssimas em Indian Wells - escrevi na ocasião que ele mostrou nível de top 10 - deu um trabalhão a Jannik Sinner e tem motivos de sobra para estar transbordando de confiança. Marozsan, por sua vez, vem de três derrotas seguidas (oitavas em Doha, estreias em Dubai e Indian Wells). Nas casas de apostas, as cotações confirmam as chances de Fonseca.

Onde está o perigo, então? No potencial e no estilo de jogo de Marozsan. O húngaro não só tem um tênis que costuma dar trabalho a Fonseca, mas possui a capacidade de fazer grandes partidas quando as coisas se encaixam. Não por acaso, tem no currículo vitórias sobre Alcaraz e o próprio João (ambas no saibro, em Roma, embora em anos diferentes), além de Rune, Ruud, De Minaur, Rublev, Dimitrov, Tiafoe, Cerúndolo, Auger-Aliassime e outros.

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Marozsan gosta de agredir desde o começo dos pontos, jogando perto da linha e usando bolas mais retas, o que tira tempo e ritmo de seus adversários. Também consegue atacar segundos serviços com eficiência, mantendo a pressão nos oponentes. E mais: quando toma a dianteira dos pontos, sabe variar com curtinhas e tem competência junto à rede. Repito: no dia certo, quando as coisas funcionam, é um rival perigosíssimo.

Cabe a Fonseca jogar com uma boa porcentagem de primeiros serviços e tomar decisões inteligentes durante os pontos, sem se desesperar quando acuado. Conseguindo forçar Marozsan a jogar pontos mais longos (e correndo mais riscos) e agredindo - sem exagerar desnecessariamente - com sua direita, o brasileiro deve aumentar bastante suas chances de sair de quadra com a vitória.

Aí, sim, será o momento de falar e imaginar um jogão contra Alcaraz. Novamente em Miami, onde os dois fizeram uma exibição no ano passado, mas para valer desta vez.

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

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