'Geração Neymar' já tem baixas, mas ainda vai à Copa com protagonismo
'Geração Neymar' já tem baixas, mas ainda vai à Copa com protagonismo
Thibaut Courtois; Nélson Semedo, Virgil van Dijk, Antonio Rüdiger e Lucas Digne; Casemiro, Granit Xhakha e Kevin de Bruyne; Mohamed Salah, Harry Kane e Heung-min Son.
A seleção acima é formada exclusivamente por jogadores da mesma geração de Neymar, um ano mais novos ou um ano mais velhos que o camisa 10 do Santos, que devem disputar a Copa do Mundo-2026.
Apesar de já estarem começando a perder espaço no cenário internacional da bola, os contemporâneos do astro brasileiro estarão representados com força no torneio mais importante do futebol mundial.
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O Brasil mesmo pode levar vários atletas entre 32 anos e 35 anos para a América do Norte. Os goleiros Alisson e Ederson, os laterais Danilo e Alex Sandro e os volantes Casemiro e Fabinho, todos presentes na convocação de Carlo Ancelotti para a Data Fifa de março, estão na mesma faixa etária do veterano, que festejou o 34º aniversário em fevereiro.
Outros nomes da época de Neymar continuam exercendo o papel de protagonistas das suas respectivas seleções.
Virgin van Dijk ainda é o dono da defesa da Holanda, Thibaut Courtois e Kevin de Bruyne são as peças principais da Bélgica, Harry Kane é em quem a Inglaterra deposita as maiores esperanças de voltar a ser campeã mundial e o Egito ainda não deixou de ser Mohamed Salah e mais dez.
Há até jogadores de gerações anteriores à de Neymar que desembarcaram no Mundial deste ano como líderes técnicos dos seus países, como os já quarentões Cristiano Ronaldo (Portugal) e Luka Modric (Croácia), além, é claro, de Lionel Messi (Argentina), que completará 39 anos durante o torneio.
Só que é óbvio também que existem contemporâneos do brasileiro que, apesar de terem brilhando nos gramados internacionais, já ficaram pelo caminho e se distanciaram da elite do futebol.
O exemplo mais óbvio é o francês Paul Pogba, um dos grandes nomes da Copa-2018, que tem tentando ressuscitar a carreira no Monaco após dois anos suspenso por doping. Antoine Griezmann, outro destaque do recente sucesso dos "Bleus", resolveu deixar a seleção, embora continue jogando normalmente pelo Atlético de Madri. Já o belga Eden Hazard, outro dos grandes dessa era, cansou de brigar com os problemas físicos e optou por uma aposentadoria precoce, três anos atrás.
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A situação de Neymar na seleção é uma das grandes questões discutidas pelo torcedor brasileiro às vésperas da Copa.
O dono da camisa 10 canarinho nos três últimos Mundiais nunca mais defendeu o Brasil desde que sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior no joelho esquerdo, em outubro de 2023.
Apesar de continuar com limitações físicas e de só ter feito quatro partidas pelo Santos no ano, o astro vivia a expectativa de ser convocado para os amistosos contra Croácia e França, no fim do mês, o que acabou não acontecendo.
Neymar tem agora pela frente 16 jogos em 62 dias para convencer Ancelotti de que merece ser chamado para o Mundial, mesmo não tendo feito parte do ciclo do treinador italiano. O comandante da seleção já falou que pode sim convocar o meia-atacante, desde que ele seja capaz de alcançar a melhor forma durante a competição.
A maior Copa de todas
A Copa-2026 será a mais grandiosa já realizada. Pela primeira vez na história, terá seus jogos espalhados por três países diferentes: Canadá, Estados Unidos e México.
Também estabelecerá novos recordes de número de seleções participantes (48, contra 32 dos últimos sete Mundiais), jogadores inscritos (a tendência é que passem de 1.200) e partidas disputadas (104).
O pontapé inicial do torneio está marcado para 11 de junho e será dado no estádio Azteca, na Cidade do México, com a partida entre a seleção da casa e a África do Sul. Já a final, será nos EUA, em Nova Jérsei, no dia 19 de julho.
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