Por que teste do Inmetro não representa mais autonomia e consumo dos carros
Por que teste do Inmetro não representa mais autonomia e consumo dos carros
A gasolina com a qual você abastece seu carro hoje não é a mesma usada para calcular oficialmente quantos quilômetros ele percorre com um litro do combustível.
Desde 1º de agosto, a gasolina comum e a aditivada vendidas nos postos brasileiros passaram a ter 32% de etanol anidro, a chamada E32. Contudo, nos testes que servem de base para o cálculo dos números oficiais de consumo divulgados pelo PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), ainda é usada gasolina com apenas 22% de etanol, a E22. A diferença chega, portanto, a dez pontos percentuais.
Isso não significa que os testes do Inmetro tenham perdido sua função. O procedimento continua sendo útil para comparar a eficiência de diferentes carros porque todos são submetidos às mesmas condições. Mas não é correto interpretar os números de km/l da etiqueta como uma reprodução da autonomia que o motorista terá, no uso cotidiano, com o combustível disponível atualmente nos postos.
Josias de SouzaZema diz que vai até o fim, mas qual o fim para ele?
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SakamotoQue tema é o mais decisivo para os jovens na eleição?
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João Paulo CharleauxO campo religioso é indissociavelmente político
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Milly LacombeJá começo a duvidar da inteligência de Ancelotti
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O próprio Inmetro admite que ainda não realizou testes para medir qual é o efeito da nova E32 sobre o consumo e, consequentemente, a autonomia.
Questionado pelo UOL Carros sobre quanto o aumento no teor de etanol pode alterar o consumo médio, o instituto........
