Não precisa ser gênio para saber quem pagará a conta no Corinthians
Não precisa ser gênio para saber quem pagará a conta no Corinthians
O Corinthians vive um momento daqueles em que tudo parece conspirar contra.
Oito jogos sem vencer, produção ofensiva quase inexistente, atuações cada vez mais preocupantes e um ambiente que começa a ferver perigosamente.
E, em cenários assim, o roteiro do futebol brasileiro costuma ser o mais previsível possível.
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Não precisa ser nenhum gênio para saber para quem essa conta vai chegar.
Antes de qualquer coisa: é preciso separar as coisas.
Dorival Júnior não é um técnico qualquer.
Muito (e bota MUITO nisso!) pelo contrário!
É um treinador respeitado, experiente e que, no próprio Corinthians, já mostrou sua capacidade ao conquistar duas taças importantes.
Não estamos falando de alguém perdido no cargo.
Mas o futebol não costuma ser justo e nem paciente.
E é claro que essa sequência negativa pesa.
O desempenho em campo não evolui evidentemente não evolui.
E, quando o time treina, treina e treina e, mesmo assim, volta pior, o primeiro alvo inevitavelmente passa a ser o treinador.
Só que a questão corintiana, como a gente bem sabe, vai muito além.
O Corinthians de hoje é um grupo desequilibrado.
Tem, sim, um time titular competitivo, de primeira prateleira até.
Mas basta olhar para o banco para entender o tamanho do problema: peças que não conseguem manter o nível, reforços que não entram ou não estão prontos, soluções improvisadas...
Some-se a isso um cenário financeiro turbulento, que limita qualquer reação mais consistente, e está montado o quadro.
Trocar o técnico resolveria isso?
Seria apenas mais um capítulo de um problema estrutural que o clube insiste em tratar com pouca seriedade.
Ainda assim, a pressão cresce.
E, cedo ou tarde, a diretoria tende a seguir o caminho mais fácil, mesmo que não seja o mais correto.
E talvez, no fim das contas, isso nem seja o pior desfecho para Dorival.
Com currículo, respeito no mercado e história recente vencedora, ele certamente teria portas abertas para assumir um projeto mais equilibrado e menos caótico.
Porque o Corinthians de hoje, mais do que um time em crise, parece um ambiente instável e imprevisível.
E ninguém sai ileso por muito tempo de um lugar assim.
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