Sogra de Sabrina Sato diz que gosta da nora. E você, pode dizer o mesmo?
Sogra de Sabrina Sato diz que gosta da nora. E você, pode dizer o mesmo?
É histórica a briga entre sogras e noras. Pode ser por conta de uma relação doentia da mãe do rapaz com o próprio filho, mas é um clássico a mulher estereotipada (já viu aquele filme da Jane Fonda com a J.Lo?) que odeia a recém-chegada. Pode ser também por falta de aceitação da namorada ou esposa em uma dinâmica familiar pregressa e, por mais que quem esteja chegando discorde dos métodos, é difícil dissolvê-la.
E pode ser porque fomos ensinadas, em nossas criações machistas, a competirmos umas com as outras. Enquanto mulheres se odiarem, se compararem e fizerem de tudo para se aniquilarem, os homens triunfarão bem sossegados. É uma bela e eficaz estratégia do patriarcado que não haja união.
A atriz Giselle de Prattes tem 45 anos. É a mesma idade de sua nora, Sabrina Sato, casada com seu filho, Nicolas Prattes, de 27.
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Se fosse para seguir a cartilha da competição feminina, duas mulheres lindas dessas competiriam pelo amor do filho/marido em uma guerra de egos daquelas. Aqui, entretanto, Giselle afirma que adora Sabrina, a quem acha linda e de quem é fã.
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Não falta estereótipo para condenar — uma mulher mais velha, que tem uma filha e transforma um rapaz tão novo em padrasto, é de provocar arrepios em muitas mulheres. Giselle nem cogita a inimizade (para quê mesmo?), fala bem de Zoe, se mostra uma boa "vodrasta" e segue o jogo. Que bacana.
A Sabrina que conhecemos também responderia com fofura, certamente. Afinal, uma das perguntas mais intrigantes do feminismo é se o seu feminismo chega à sua sogra.
O seu chega? A maioria das mulheres não se casa com homens 18 anos mais novos, nem têm sogras da própria idade. Se o machismo de uma millennial vem sendo desconstruído sob muito suor, dia após dia, imagina só o da geração X, ou o dos boomers. Aí é preciso ter paciência nas análises e responder às possíveis provocações de uma maneira didática — a sororidade é também ensinar quem não sabe o que é sororidade.
Muita gente vai argumentar sobre as violências das sogras e as diversas tentativas de se unir ao filho para tentar destituir a esposa de seu papel na casa, ou tirar a paz do almoço de domingo com comentários depreciativos. Entendo, deve irritar, mesmo. Mas será que o diálogo franco e a proposta de trégua ou recomeço não podem ser uma chance de todo mundo conviver feliz?
Os casamentos agradecem, os netos dessas sogras também. Harmonia familiar parece coisa básica, mas às vezes exige um certo esforço para lapidar.
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