Fim da 6x1: 62% dos pequenos negócios não veem impacto negativo, diz Sebrae
Fim da 6x1: 62% dos pequenos negócios não veem impacto negativo, diz Sebrae
Dos responsáveis por pequenos negócios, 51% afirmam que o fim da escala 6x1 não trará impacto para suas empresas. Outros 11% veem possibilidade de impacto positivo, 27% estimam impacto negativo e 11% não souberam opinar. Ou seja, predomina a percepção (62%) de que a garantia de dois dias de descanso não irá afetar a maioria dos empreendedores.
Os dados estão em pesquisa do Sebrae, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, sobre o assunto, coletada entre 19 de fevereiro e 18 de março deste ano, junto a empresas de pequeno porte, microempresas e microempreendedores individuais. A margem de erro é de 1,1 ponto percentual em relação ao universo dos pequenos negócios no Brasil, e o intervalo de confiança é de 95%.
Em 2024, 47% afirmavam que o fim da 6x1 não traria impacto para suas empresas, enquanto 9% viam possibilidade de impacto positivo, 32% estimavam impacto negativo. Ou seja, houve leve aumento entre os que não se opõem à medida.
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O Congresso Nacional está discutindo propostas de emenda à Constituição que podem levar ao fim da escala 6x1 de trabalho, reduzindo a jornada para 40 horas semanais, sem redução de salário. O governo Lula mandou ontem um projeto de lei de urgência constitucional com esse teor para pressionar deputados e senadores a votarem a matéria ainda neste semestre, aproveitando o ano eleitoral.
Pesquisa Datafolha, divulgada em março, aponta que 71% da população apoia a abolição da 6x1.
Entre as microempresas (com faturamento anual de até R$ 360 mil), 47% afirmam que a alteração não afetará seus negócios. Nesse grupo, 9% projetam impacto positivo, 35% acreditam em impacto negativo e 9% não sabem. Já entre as empresas de pequeno porte (de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões), 35% avaliam que não haverá impacto, enquanto 6% enxergam impacto positivo, 52% estimam impacto negativo e 6% não souberam responder.
Em todos os setores, a somatória dos negócios que afirmam que a mudança não causará impacto ou que o impacto será positivo supera os que dizem que o impacto será negativo.
Educação (82% afirmam que o fim da 6x1 não causará impacto ou ele será positivo, contra 15% que dizem que a consequência será negativa), artesanato (81% a 10%), economia criativa (79% a 16%), academias e atividades físicas (71% a 24%), serviços empresariais (70% a 22%), beleza (69% a 17%), turismo (65% a 25%), casa e construção (64% a 28%), saúde (62% a 29%), indústria alimentícia (60% a 25%), energia (61% a 29%), indústria de base tecnológica (61% a 26%), indústria (61% a 30%), logística e transporte (60% a 28%), serviços pessoais (59% a 26%), moda (56% a 31%), oficinas e peças automotivas (56% a 32%), comércio varejista (54% a 32%), serviços de alimentação (53% a 33%), agronegócio (47% a 46%) e pet shops e veterinários (44% a 38%).
Medidas de mitigação e adaptação
A pesquisa também perguntou aos 27% dos empresários que afirmam que terão um impacto negativo o que eles pretendem fazer. Desses, 29% afirmam que vão aumentar o valor dos seus produtos e serviços, 24% vão reorganizar turnos e processos, 21% vão reduzir o número de empregados, 14% vão contratar MEIs (microempreendedores individuais), 14% vão reduzir o horário de funcionamento e 3% dizem que vão aumentar o número de empregados. Outros 22% afirmam que ainda não sabem o que farão.
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